Até que o porno nos separe

Um filme de Jorge Pelicano

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    Estreia Mundial - Buenos Aires
    • Eulália, uma mãe de 65 anos, católica e conservadora, descobriu através da internet que o seu filho, emigrante na Alemanha, tornou-se no primeiro actor porno gay português premiado internacionalmente: Fostter Riviera. O computador e o Facebook como única forma de comunicação com  o filho, Eulália começa uma longa jornada emocional de tentativa de aproximação ao filho, que a levará a interpretar de forma diferente suas expectativas como mãe e os valores com que foi criada.

    • Jorge Pelicano, realizador e cineasta português, nasceu na Figueira da Foz em 1977. Licenciado em Comunicação e Relações Públicas e pós-graduado em Comunicação e Jornalismo na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, iniciou a sua atividade profissional no jornalismo. Viajou por Portugal e pelo mundo em reportagem, para contar histórias com impacto social e humano. A sétima arte foi ganhando território e, em 2005, estreou-se no documentário com “Ainda há pastores?”. Seguiu-se “Pare, Escute, Olhe” (2009) e “Pára-me de repente o pensamento” (2015). Os seus documentários foram exibidos em mais de 20 países e receberam diversos prémios nacionais e internacionais.

      Desde 2013, Jorge Pelicano dedica-se inteiramente à realização de documentários na produtora Até ao Fim do Mundo. “Até que o porno nos separe” (2018) é a sua mais recente obra.

    • “Até que o porno nos separe” surgiu de uma vontade de explorar o tema da pornografia através de uma perspetiva que sempre me intrigou: o lado familiar dos atores e atrizes que integram este universo e, em concreto, perceber o impacto que as escolhas dos filhos podem ter na vida dos pais. Tive conhecimento da história da Eulália, uma mãe de 65 anos residente num bairro nos arredores do Porto, e que descobriu através da internet que o seu filho, emigrado na Alemanha, era um reconhecido ator porno gay. A exposição da vida do filho nas redes sociais, espelha muito daquilo que se passa actualmente na sociedade, o que também me fascinou.
      O carácter e perfil da Eulália são muito fortes, para além de uma série de elementos que tornavam a sua história improvável. Conservadora e religiosa, a reacção desta mãe ao descobrir a orientação sexual e a profissão do filho foi de revolta, caindo num desgosto profundo.

      Eulália, depois dessa informação, paulatinamente deu início a uma jornada emocional para se aproximar e compreender o seu filho. Essa evolução ficou registada em mensagens que ambos, mãe e filho, trocaram através do facebook desde de 2013.

      A força e a complexidade destas personagens aliado com o poder das mensagens escritas do facebook deram o impulso final para querer contar esta história. Uma história não linear, que percorre o passado e o presente duma relação inconstante, entre uma mãe e o filho. Essencialmente, um história que aborda um tema transversal: até onde pode ir o amor incondicional de uma mãe pelo filho?

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